segunda-feira, 23 de junho de 2008

Mais importante

Perdi a Rainha...

Ainda dá para ganhar o jogo. Mas eu perdi a Rainha.
Não sei o que aconteceu. No meio do caminho, uma jogada mais ousada, um objetivo visto de longe... Enfim.

De qualquer forma, é causa e consequência. E eu perdi a Rainha.
O lance é proteger o Rei. Mas não há nada mais importante do que a Rainha. Não há arma melhor para atacar do que a Rainha. Não há melhor escudo. Ao longo da caminhada os olhos estão sempre voltados para o Rei. O Rei não se mexe, o Rei é cercado, o Rei é sempre defendido e pouco atacado. Quem faz esse papel é a Rainha. E durante uma batalha, você perder a Rainha é como perder a batalha.

Não perdi a batalha. Mas perdi a Rainha.
De qualquer forma ainda posso ganhar o jogo. Só vou precisar pensar mais, me defender mais, gastar mais energia.

Talvez leve mais tempo também...

quinta-feira, 27 de dezembro de 2007

Primeiro Livro do Site



Pessoas,

O objetivo era publicar o primeiro livro com 30 contos. Mas ao verificar o tamanho de cada conto, resolvi adiantar a publicação, e lançar os próximos contos em outro volume. Portanto, estou lançando o primeiro livro - Delírios Oníricos Volume 1, 1ª Edição - pela Editora Medula.

O livro possui contos de Ficção, Terror e Fantasia. Todos os contos relacionados a sonhos. Tive ainda o privilégio de ter a participação do escritor Hugo Máximo, autor de 6 livros, na ilustração da Capa e no Prefácio, tendo ainda a participação especial dos autores Douglas Ianistsky e Neyla Fernandes.

Meus agradecimentos especiais ficam para a Editora Medula, para o Hugo Máximo e para todos que postaram contos e comentários.

Em breve o link para download.
E aguardo sugestões e críticas.

Um grande abraço.

quinta-feira, 6 de dezembro de 2007

Pausa para divulgação...




Pessoas,

Saiu meu primeiro livro de contos. Histórias que os mortos contam - Volume I
Gênero: Ficção Especulativa - Horror, Suspense, Ficção Científica & Fantasia.
O livro foi criado com a participação de 7 autores e com ilustrações do autor do projeto (Hugo Maximo).

Participei com o conto "Delírios Oníricos III" (Página 27 - "Sonhos Eternos").

Para baixar o livro completo, clique aqui

Baixem e comentem!!!

Um abraço!

quinta-feira, 23 de agosto de 2007

Pronto. Esse é o lema. Ligado.

Melhor não se preocupar com o tempo. E sim com a decisão. Com a atitude a ser tomada. Qualquer erro poderia ser fatal. Não seria fatal naquele momento. Seria fatal mais adiante.

Causa e conseqüencia. Essa premissa lógica poderia se aplicar a vida toda. Pensar. Pensar antes de agir. Qualquer movimento era notado. A sensação era horrível. Parecia que ele sabia o que eu estava pensando. Parecia que não importava o que eu fizesse. Seria presa fácil. Alvo de uma avalanche de decisões mal tomadas. Não havia como voltar atrás. Não havia sorte. Havia uma percepção aguçada. Algo que não poderia ser percebido pelo meu oponente, e caso fosse percebido, não faria a menor diferença na batalha.

Eu sempre era forçado a ir além. A pensar além. Algo que me forçava a praticamente prever o futuro. Algo impossível, visto que não havia magia nem tecnologia suficiente para tal ato, mas naquela ocasião, isso se tornava uma obrigação. Através daquilo que se vê além, sairia a melhor decisão. Meu corpo reagia a pressão. Um suor insistente surgia em minha testa. Não escorria. Apenas formava gotículas que permaneceriam ali por toda a eternidade, caso a situação exigisse. Uma reação do meu corpo tentando acionar algum mecanismo de resfriamento, devido o calor da situação.

O perigo se aproximava. A chance era aguardar pelo erro adversário. Qualquer erro seria fatal. Ali surgiria a oportunidade. Assim como um surfista espera o momento certo de subir na onda, assim era a observação daquele cenário. Oportunidade. Momento certo. Hora de sair da trincheira. Levantar a cabeça e atirar. Não só atirar, mas acertar o alvo. Mas antes, era necessário sair da emboscada.

Eu aguardava atentamente. O inimigo esboçava uma manifestação. Ele iria dizer algo:

- Sua vez.

Tanto tempo pensando não foi suficiente. Chegou a hora de tomar uma decisão...

By Barrek

segunda-feira, 30 de julho de 2007

Socorro!

Socorro! Não estou sentindo nada
Nem mêdo, nem calor, nem fogo
Não vai dar mais prá chorar, nem prá rir
Socorro! Alguma alma mesmo que penada
Me empreste suas penas
Já não sinto amor, nem dor
Já não sinto nada...

Socorro! Alguém me dê um coração
Que esse já não bate, nem apanha
Por favor, uma emoção pequena
Qualquer coisa
Qualquer coisa, que se sinta
Tem tantos sentimentos
Deve ter algum que sirva

Socorro! Alguma rua que me dê sentido
Em qualquer cruzamento
Acostamento, encruzilhada
Socorro! Eu já não sinto nada...

Socorro - Arnaldo Antunes.

segunda-feira, 9 de julho de 2007

Soneto: Sua Alma, minha flor

Do que se trata a alma de uma flor?
Quando suas pétalas são apenas adornos?
Quando seu caule é apenas sua base?
Quando suas folhas são apenas seu alento?

Do que se trata a sua alma?
Se seus cabelos são apenas uma aura?
Se sua dureza é apenas seu equilibro?
Se seu sorriso é apenas um brilho?

Se vires a flor como uma abelha,
Não verás os espinhos, somente a formosura.
Mas não terás resistência quando o vento soprar.

Se vires a flor como uma lagarta,
Verás os espinhos, distantes das pétalas.
Mas quando lá chegar, nada poderá lhe derrubar.

By Barrek

sábado, 7 de julho de 2007

Bizarre Love Triangle
(New Order)

Every time i think of you

I feel shot right through with a bolt of blue
It's no problem of mine but it's a problem I find
Living a life that I can't leave behind
There's no sense in telling me
The wisdom of a fool won't set you free
But that's the way that it goes
And it's what nobody knows
While every day my confusion grows
Every time I see you falling
I get down on my knees and pray
I'm waiting for that final moment
You'll say the words that I can't say

I feel fine and I feel good
I'm feeling like I never should
Whenever I get this way, I just don't know what to say
Why can't we be ourselves like we were yesterday
I'm not sure what this could mean
I don't think you're what you seem
I do admit to myself
That if I hurt someone else
Then I'll never see just what we're meant to be
Every time I see you falling
I get down on my knees and pray
I'm waiting for that final moment
You'll say the words that I can't say